Com seus tapetes garimpados, entre mudanças e novos começos
Rio de Janeiro
Texto por Maria Vitória Martins
Fotografias por Pyetra Salles, Yghor Boy e Leila Viegas
Enquanto a busca constante pelo novo segue celebrada, Mariana valoriza a passagem do tempo com a Tapilogie, sua curadoria de tapetes vintage. Garimpar já era uma paixão antiga que transbordou e se tornou negócio. Hoje trabalha com o desejo de fazer circular peças únicas, somente tapetes feitos à mão e com fibras naturais.
Leitora voraz, engajada em suas convicções e apoiadora dos comércios locais, conta como sua relação próxima a seu entorno a fez repensar onde queria morar ao se tornar mãe. Depois de oito anos em São Paulo, retornou ao Rio e encontrou espaço para a Tapilogie no centro da cidade. Na época da conversa, ela desejava se mudar para um espaço maior para receber suas freguesas. Seis meses depois, ela abre as portas em seu novo endereço. A oportunidade desse novo espaço surgiu a partir do encontro com o Antônio Maurício, da Cabiúna – uma conexão criada pelo Esquina.
Conversamos sobre os percursos que a levaram a criar a Tapilogie, o seu entusiasmo pelo que faz e os vínculos que estabelece com os lugares que fazem parte do seu cotidiano.
Em breve, entrevista completa aqui.